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quinta-feira, 18 de junho de 2009

Jornalismo Brasileiro: Não Precisa Diploma?




Desagradável isso. A formação dos responsáveis por traduzirem as notícias para nós irá cair, consequentemente a qualidade crítica. A juventude alcoólico-erudita (universitários) já não é inclinada à inqüirição profunda. Homo Sapiens? - Homoimbecillis!

O descaso das lideranças políticas dessa nação para com o conhecimento reflete seus valores e prediz os homens que estamos criando. A filosofia e a sociologia já não são mais obrigatórias nos planos escolares; campanha para desarmamento da população; tudo o que os ditadores fizeram em seus países antes de Instaurarem os golpes de estado...

Clarck Kent não tinha faculdade de Jornalismo, agora para analisarmos a realidade nos remeteremos à fantasia? Que homens estamos criando?

Para ser jornalista é necessário possuir senso crítico em diversas áreas do conhecimento, principalmente sobre: História, Política, Direito, Psicologia, Sociologia e Arte. São essas as áreas que são noticiadas todos os dias em nossos jornais, áreas em transformação no presente contínuo. Sem esquecer de mencionar os métodos de descrição escrita, oral e gesticulação corporal de acordo com o conteúdo das notícias, Jornalismo não é para qualquer um.

- Décadence! Eis aqui a minha resposta!

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postado por Rodrigo Arthur D. S. Melo às

terça-feira, 9 de junho de 2009

Alcoólico-Eruditos



Grande parte dos estudantes pós-modernos revoltam-se contra os mais elevados instintos humanos, estariam em anarquia contra seus sentidos? A juventude alcoólico-erudita não poderia ser descrita de outra forma. Querem eliminar a exuberância das diversidades na espécie; estabelecer o socialismo para aliviar aos fracassados de suas responsabilidades de ascenção; acreditam numa ética repleta de causas imaginárias, são até mesmo religiosos. Não é de admirar que bestas amestradas prefiram ir ao encontro do controle que treme (ps3) ao invés de procurarem uma bela mulher para dormirem em seus braços nos fins de semana.

Simplesmente mudaram o certo em errado e o errado em certo. Amam a pobreza, humildade, igualdade, sentem-se tão rebaixados por seus superiores que almejam extinguir todas as diferenças sociais. Mas preferem lamber o saco de seus chefes ao invés de gastarem suas humilhações em projetos prodigiosos, são decadentes.

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postado por Rodrigo Arthur D. S. Melo às

segunda-feira, 8 de junho de 2009

A Humanidade



Com a frase, “Homo homini lúpus”, Thomas Hobbes resume o que ele descreve sobre o homem em sua obra Leviatã: o homem é essencialmente mau, “o homem é o lobo do homem”. Tal afirmação não passa da percepção da realidade a qual Hobbes estava inserido. Um estudo exegético demonstra que a sociedade em que Hobbes vivia estava em estado de decadência, doente, destruída por guerras e exageros totalitaristas. Rousseau, o opositor de Hobbes, acredita que o homem seja essencialmente bom. Sua observação remonta perfeitamente a vida maravilhosa na qual ele esteve inserido – não passa de uma análise de sua própria realidade. Mas o que seria realmente o ser humano?

A essência do homem não existe antes dele mesmo existir. O homem é o que ele faz de si mesmo, e ele deve fazer o que precisa ser feito. Primeiro o homem surge no mundo, existe, e depois estabelece sua essência. A princípio o homem não é bom ou mal porque a princípio o homem não é nada; só depois de existir ele estabelece a si mesmo, cria sua essência - o homem é o que faz de si mesmo. Tanto suas atitudes como também sua essência estão em constantes transformações, ele se porta de maneiras diferentes no decorrer de sua vida e precisa disso para poder se preservar. A essência do homem irá mudar no decorrer de sua vida. Uma criança acredita que jamais irá passar por coisas que os adultos passam (divórcio, tristeza, fracasso), mas depois cresce e descobre que seus comportamentos o levaram a percorrer caminhos que outrora eram inimagináveis, também abandona esses comportamentos e abraça outros.

Tanto os animais selvagens, como os homens, possuem instintos naturais, fazem parte de suas fisiologias. O homoimbecillis (chamado homosapiens pela ciência) é a degeneração do que deveria ser o homem em seus instintos naturais. Desde a infância, percebe-se na besta humana a inclinação ao poder, guerra, prazer, liberdade, conforto, política, arte, ciência – ele é curioso:

Poder: Quer ser o maior e estar no controle.

Guerra: Briga com todos que se opõem aos seus objetivos, ainda que seus opositores sejam maiores do que ele.

Prazer: Procura satisfazer seus prazeres como alimentar, receber carinho familiar, brincar.

Ciência: Descobre, por um impulso natural da vida, como se mover, falar, caminhar; e deseja ardentemente perseverar em suas descobertas que lhe serão úteis para a vida.

Política: Se envolve com seus familiares e pessoas que lhe proporcionam prazer ou sensações e matérias que lhe são úteis (alimento, brinquedos, calor, conforto).

Liberdade: Não quer se submeter aos mandos dos pais e por vezes precisa ser corrigido devido sua falta de conhecimento sobre as coisas que lhe serão prejudiciais.

Felicidade: Deseja sentir segurança, ser respeito e reconhecido como alguém especial e importante sem seu grupo social (família no caso), sentir alegria.

Arte: Almeja tudo o que é belo e interessante, as coisas que o fazem reconhecer a si mesmo no outro, a arte.

A criança é o homem em seu estado bruto. Com passar dos anos, surgem diferenças entre machos e fêmeas. As fêmeas preparam-se desde cedo para suas tarefas na sociedade: brincam de casinha, ser mamãe, flertar, entender o macho. Os machos, por outro lado, aprendem a satisfazer seus prazeres e estimularem a abstração imaginativa: brincam com carrinho, futebol, guerra entre bonecos de plástico. O lamentável disso tudo é que as mulheres desde suas infâncias são preparadas para seus papéis sociais, porém o homem raramente é preparado para algo útil. A habilidade descomunal que as fêmeas possuem de comunicar-se em inteira expressão oral e corporal, as distingue dos machos desde a infância: conversam mais, conseguem produzir alegria e tristeza com suas palavras, e amadurecem mais rápido devido ampla percepção da linguagem; naturalmente, esconder das mulheres a realidade é uma tarefa difícil. Já os machos conseguem desde cedo inserirem-se em imaginações que dificilmente viverão, suas brincadeiras freqüentemente estimulam somente a fantasia.

Com essas considerações iniciais, o que desejo propor é a descoberta de qual homem deve ser projetado e criado. Nos dias atuais, o homoimbecillis maduro considera a aspiração ao poder como algo sórdido; sua falta de ética tem produzido a destruição de seus relacionamentos e até mesmo do eco-sistema; no trabalho obedece cegamente seu chefe e estupidamente o bajula; inserido em uma inércia psicológica ao ponto de preferir a paz ao invés de guerrear por seus interesses; devido a influência da religião e estímulos da mídia considera ingenuamente que a descoberta de conhecimentos seja algo que lhe fará sofrer; destrói a arte, apenas uma pequena parcela da população a admira; supõe, até mesmo, que o significado de amar é sofrer e assim se conforma com todo tipo de decadência que ocorre em sua vida.

Deixando de lado a humanidade, cientificamente e ingenuamente idealizada como homosapiens, o homem a ser criado é o primogênito de uma nova raça - o ser além da humanidade.

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postado por Rodrigo Arthur D. S. Melo às

Homoimbecillis



O Homem pós-moderno é o perfeito animal amestrado. No trabalho, adorna os orifícios raros do chefe; em casa, envergonha sua esposa adornando os orifícios raros dos cúmplices amestrados.

Uma família se arruína quando o homem dominante confunde seu dever pessoal com um dever universal de rebanho. A besta amestrada possui mórbidos hábitos noturnos: passear com os amigos, deixar seus filhos serem educados pela televisão e vizinhos mal educados. No trabalho, um idiota; em casa, um capacho dos amigos; na família, uma deformação social. Isso é o homem pós-moderno... décadence!

A incapacidade de comunicar-se ainda o eleva à condição de perfeito animal de rebanho. Haveria outra criatura incapaz de conter seus instintos sexuais? Não, o homem é incapaz de conter-se sexualmente e precisa que uma amante esteja no controle... Homens idiotas, não reconhecem a linguagem feminina. No mundo hodierno, a besta adoecida é massa de modelar que inclina-se para onde a televisão quer, onde a religião quer, e onde um belo par de seios querem. O homoimbecillis é tudo o que é manipulável e inconstante, não sabe comunicar-se com desenvoltura, nem aonde quer chegar.

O homem a ser criado (übermensch) aspira ao poder, inclinação absoluta de seu desejo - e, uma guerra natural contra tudo o que se opõe ao seu caminho ascendente em poder. Ainda assim, homoimbecillis considera a paz como um presente divino e o amor como cabal argumento contra qualquer aspiração ao poder. O homem pós-moderno ama a submissão? Ou talvez a covardia, convencida pelo romance a adornar-se, tenha assumido a forma de amor pela paz? Hipersensibilidade a dor, quem sabe? Talvez apenas mais uma maneira de enfeitar sua idiossincrasia axiológica; - um ser decadente que esconde-se...

Seu comunismo é ineficaz, as pessoas deixam de trabalhar bem e lutar pela ascenção porque seus salários não irão mudar, a Rússia e outros países passaram por isso. No caso da Suíça, um capitalismo com redistribuição de renda, que alimenta os pobres e dá dinheiro à toa para vagabundos, é a solução. Conseguiram erradicar a pobreza e com a redistribuição de renda eliminar as diferenças entre diversas camadas sociais, é um povo rico.

Nosso país é um país mãe. Em nenhum outro lugar do mundo o trabalhador recebe décimo terceiro salário. Mas é só isso? Também recebemos férias remuneradas, inexistente nas economias de primeiro mundo. No Brasil, enquanto um sujeito de respeito tem que lutar pra garantir seu pão, o governo sustenta os marginais. Cada marginal presidiário custa mais de mil e duzentas reais por mês aos cofres públicos, dinheiro pago por nós ao governo. Enquanto isso, na caverna da justiça, precisamos trabalhar e pagar impostos. Enquanto o Brasil pensar que Direitos Humanos são só para vagabundos, não posso ser patriota. Mas vamos lá, vamos dar dinheiro de graça para quem não lutou para conquistá-lo e principalmente aos vagabundos. Deitado eternamente em berço explêndido...

O Brasileiro Pós-Moderno:

"O comunismo é a solução e a ascenção é um pecado mortal, afinal nem todo mundo tem capacidade para construir um império com as próprias mãos. É necessário que a covardia, convencida pela vergonha a adornar-se virtuosamente, se enfeite de benevolência. Vamos sustentar os malogradas, os mal funcionários, os marginais, porque temos um bom coração."


- O brasileiro pós-moderno é comunista!

Somente um ignorante seria capaz de seguir recomendações administrativo-econômicas de um marginal que faliu o banco central do único pais onde ele conseguiu vencer uma guerra, el che. Até mesmo uma galinha morre com mais honra do que esse ignorante...

"Pelo amor de Deus não me mate, eu sou o che!"

- Décadence!

Explicação:

O homem pós-moderno é tão estúpido que perdeu até mesmo, seu anseio pelo poder e ascenção da raça. As mulheres são mais inclinadas a esses anseios virtuosos (poder, domínio, riqueza, etc...). Acaba que na nossa sociedade, os homens se encontram numa situação de bajuladores idiotas antes do casamento, e maridos incompetentes após o casamento. Antes capacho, depois servil. Eles se acomodam mais facilmente, basta ter casa e comida que já está bom. Mas a mulher não. Se ela encontrar um homem que possa ser um pai melhor, amante eficiente, mantenedor seguro... bau-bau marido e viva ao divórcio! Ao menos na minha cidade é assim.

Em média, as brasilienses "casam-se" três vezes durante a vida. Na maioria dos casos são elas quem pedem o divórcio. O homem não está sentindo desejo de poder, de dominação, ele se contenta em ter um salário que dê pra comprar comida e deixar os filhos sendo educados pela televisão. Mas é suficientemente idiota para chegar a perceber isso em si mesmo, presta mais atenção na televisão.

Numa situação dessas, seria impossível um homem resistir aos estímulos sexuais, e lá se vão as famílias destruídas pelas traições... Na verdade o homem é muito inclinado ao seu próprio falo, não consegue pensar com outra coisa e nem por outra coisa. Parece que tudo o que o homem faz é visando o sexo, até mesmo os poucos que anseiam por poder.

O que leva um homem a deixar de viajar, gastar com livros ou sexo, para poder sentir em suas mãos um controle que treme?

Isso me leva a considerar que os passeios noturnos com amigos ocasionam-se devido algum prazer mórbido... Não é normal um homem deixar de comprar maquiagem pra mulher e encher o rabo dos amigos com cerveja. Sem esquecer de mencionar o tal do ps3, com controle que treme, isso tudo é muito estranho! Isso é ridículo! Deve haver algum prazer mórbido aí também.

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postado por Rodrigo Arthur D. S. Melo às

quarta-feira, 3 de junho de 2009

Os Olhos Bons E A Anomia da Sociedade



Depois de minhas asseverações sobre a vida social e os relacionamentos, li um artigo publicado por Caio Fábio. Quando eu escrevi pra um amigo dizendo que a sociedade está em estado de anomia ele me enviou um artigo do Caio Fábio que diz que se meus olhos forem bons, tudo será bom. Estado de anomia, doente, se destruindo...

Independente de meus olhos serem bons ou ruins para o estado doente da sociedade, ela continuará destruindo-se, até que façamos por onde melhorá-la. Não sou eu quem diz que ela está doente, são os sociólogos, porque os índices de criminalidade aumentaram e as famílias não são mais unidas. Isso é uma questão de ver a sociedade com bons olhos?

Posso ser demasiado realista, mas precisamos reconhecer nossas falhas pra tentar mudá-las. Ver com bons olhos os nossos erros não ajuda e, nas palavras da Giovana Milozo: “Quem assume alguma coisa hoje em dia? Eu dou o exemplo comum a nós dois, lá da comunidade... A mulher mais grossa e estúpida da comunidade querendo falar de respeito...” As pessoas preferem distorcer a própria realidade ao invés de mudá-la, loucura...

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postado por Rodrigo Arthur D. S. Melo às

Homens e Mulheres



Particularmente vejo as mulheres como adestradoras de animais. Observe que desde os tempos mais antigos elas quem cuidam da comida e da casa para os homens, assim como nós fazemos com os nossos animais ou funcionários que trabalham param para manter nosso sustento.

Nós homens, se possuímos cavalos, por exemplo, precisamos cuidar da casa deles e dar comida para que eles trabalhem, corram ou capinem para nós, e assim ganhemos dinheiro, sustento. Pagamos, damos alimento e casa para que os funcionários trabalhem para nós e garantam nosso sustento quando vendemos os produtos dos nossos funcionários para ganhar dinheiro. No caso de ser um bom, alimentamos e cuidamos da casa dele para que ele nos sustente, vendemos o boi ou comemos. Da mesma forma as mulheres já nascem com seios para alimentar os homens desde a infância e são muito mais organizadas do que nós para arrumar a casa. Por outro lado, elas ficam grávidas e precisamos sustentá-las. Ou seja, nós somos os bois, cavalos, funcionários e elas os donos, fazendo uma comparação ecológica rss

Como estamos em evolução as coisas estão mudando. As mulheres estão ficando mais fortes, menstruando mais cedo e etc.. Hoje em dia não existe mais uma separação de funções muito definida devido a evolução biológica e conscientização intelectual. Homens já estão ficando grávidos, depilando o peito, implantando seios, mudando também. Talvez isso seja adaptação, evolução significaria mudar pra algo melhor. Porém, isso pode ser considerado evolução, dependendo do ponto de vista, porque alguns homens acharão isso melhor, ao passo que outros pensarão diferente.

O homem da renascença saía a noite para procurar mulheres; o homem atual sai a noite para fazer corujão na Lan House.

O homem antigo gastava comprando ervas que aumentavam sua virilidade; O homem de hoje compra drogas e tem alucinações.

Antigamente ter muitos filhos era sinal de riqueza e hombridade; hoje, usar brilho labial e calça coladinha é o que identifica um verdadeiro homem.

Antigamente o menino ia trabalhar com o pai aos 5 anos; Hoje, os homens com mais de 30 saem da casa das mães divorciadas pra ficarem com uma vagabunda que já deitou com todos os amigos dele.

Antigamente os homens jantavam com os filhos na mesa; hoje os filhos estão jogando vídeo game na hora da janta e os pais vendo desgraças nos jornais.

Antigamente os homens eram capazes de morrer em batalhas tentando aumentar o patrimônio de sua família ou seu país. Isso era a diversão, esporte, a guerra e anseio por poder como forma de esporte; Hoje, marmanjos do bumbum malhado correndo atrás de uma bola é a diversão do homem.

Antigamente os jovens impotentes eram raridade; Hoje muitos jovens sofrem de impotência sexual porque estão mais acostumados com a própria mão do que uma mulher. Fica com medo quando vê.

Antigamente filhos não respondiam os pais; Hoje eu nem preciso falar....

Posso ser demasiadamente cético, mas a evolução é apenas física. O homem da nossa época é mais ignorante do que os que viveram antes de nós. Porém, tem o corpo mais malhado e usa calça coladinha.

A necessidade dos cônjuges no casal irão variar muito de casal pra casal nos nossos dias. Talvez seja por isso o grande número de divórcios. É difícil reconhecer as necessidades das pessoas num mundo que está mudando depressa. Creio que a tendência seja a liberdade e individualização. Homens engravidando, mulheres trabalhando grávidas, casais homo-afetivos tendo filhos devido o avanço da ciência.
Aliviar a barra pro cônjuge seria muito bom pra manter os casais unidos e sem divórcio. Para reconhecer as necessidades deles, seria necessário diálogo, reflexão e conhecimento. Demora um pouco a aprender a diferença entre amor e paixão; carência e desejo natural por carinho; garantir conforto e mal acostumar. Essas descobertas são a tendência da vida e seria muito útil descobri-las cedo.

As mulheres estão melhorando e isso não está acontecendo com os homens. Por isso sou a favor da poligamia. Melhor um homem ter 3 mulheres bem vestidas, alimentadas e felizes, do que 3 homens terem cada um uma única mulher sem o mínimo de proteção ou qualidade de vida. Claro que um homem que tenha 3 esposas teria que ser um super-homem ou aceitar elas brincarem com amigos de fora.

Convenhamos, mulher tem que casar com homem que tem muito dinheiro. Observem os caras que têm muito dinheiro, traem as esposas. Os caras que não têm dinheiro além de traírem, também não cumprem com o papel de homem que é sustentar a mulher, como também fazer amor com freqüência. Por outro lado, tem infeliz que deixa a mulher andar mal vestida, mas paga cerveja pra marmanjos barbudos no buteco. Isso é evolução? O problema desse país é a ignorância. Deve haver algum acordo fisiológico aí.

Outro dia eu estava conversando com amigos. Eles estavam me malhando porque eu gastava muito com minha namorada. Eu perguntei pra eles:
Vocês têm seios? Pernas depiladas? Bumbum sexy? Se não têm, então não venham reclamar porque eu faço o que bem entendo com o meu dinheiro e prefiro torrar dinheiro com minha namorada, do que ficar pagando lanche pra vagabundo, fedorento, cabeludo e derrotado. Um bando de marmanjos fracassados que são capazes de gastar 2 mil reais comprando um vídeo-game (ps3) idiota e querem dar lição de moral em mim. Ahh fala sério! Prefiro um belo par de seios em uma mulher feliz do que um joystic que vibra (controle do PS3).

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postado por Rodrigo Arthur D. S. Melo às

domingo, 31 de maio de 2009

Eis O Homem

As mulheres não se expõem com como os homens, elas dizem as coisas no ar e deixam as pessoas interpretarem como querem; se revelam, contudo, permanecem ocultas, pois dizem e deixam que o homem interprete como ele bem entende. Como assim? Uma mulher não chega e diz para o sujeito que ela está interessada nele, ela dá sinais, mas se alguém perguntar ela irá negar. O homem tem que ter fé, acreditar naquilo que ele interpretou e seguir enfrente, mesmo que ela negue que está dando encima dele. Elas não querem ser claras e objetivas. Misterium profundum...

Se comunicam com os dois lados do cérebro, por isso falam mais do que os homens e são mais sensíveis ás sutilezas de significados. Atualmente, a neurolingüística tem disponibilizado aos homens o mesmo conhecimento natural das mulheres, o poder de educar as mentes usando a tonalidade da voz, gesticulação, etc. Aristóteles também descreve algumas maneiras de fazer isso em seu livro chamado Retórica; Shopenhauer descreve algumas maneiras em Como vencer um Debate sem Precisar Ter Razão; e inúmeros outros pensadores conseguiram descobrir essas sutilezas femininas. Elas conhecem uma técnica de descobrir o que os homens estão sentindo analisando a gesticulação, expressão facial, e tonalidade da voz, compreendem a cabeça dos homens usando esses recursos. Normalmente os operadores do Direito têm aula de oratória e também aprendem a fazer essas coisas na faculdade, assim como os psicólogos. Certo, as meninas comunicam-se com os dois lados do cérebro e devido suas constantes oscilações hormonais estão sempre abertas ao pensamento; diferente dos homens, que se dão por satisfeitos se tiverem sexo e alimentação. Além delas terem uma maior resistência...

Claro que se alguém quiser dar uns beijos numas gatinhas terá que tratá-las bem, motivo pelo qual os filósofos sempre tiveram problemas sexuais e foram infelizes em seus relacionamentos. Quanto mais o homem pensa em si mesmo, mais se distancia da sociedade. Shopenhauer, Nietzsche, Aristóteles, Sócrates, todos péssimos exemplos em seus relacionamentos com mulheres. O único que ainda conseguiu curtir mais ou menos foi Sartre, mas isso porque morava em casa separada da Simone.

Lamentável, o homem sempre teve seu valor reconhecido na sociedade, mas as mulheres se viram na necessidade de lutar por seu reconhecimento, aceitação, e liberdade através de um movimento que terminou por se desencadear em extremismos como os movimentos dos homens - o feminismo. Se os homens não tivessem o ego tão ferido por lamber o saco de seus patrões, eles não teriam necessidade de fazer isso durante toda a história, porém, a religião também os impeliu para um fanatismo de que o homem é o perfeito exemplar da raça e, assim o eximiu de arrepender-se e criar educação. Lamentável, mais uma vez, os homens não estão assumindo suas responsabilidades e estão querendo culpar as mulheres por erros que não são delas. Basicamente, as mulheres têm o costume de se espelhar no comportamento dos homens, como um ato de defesa contra a besta ignorante. Se o homem tratar bem sua mulher, ela irá tratá-lo bem; se o homem tratar mal sua mulher, ela irá tratá-lo mal. Claro que existem mulheres sem caráter também, mas o caráter entre homens é quase uma utopia.

Nos Nossos dias estão feridas, até porque o homem é ignorante por natureza, e também porque elas já vêm de um trauma devido o mau comportamento histórico dos homens. Em nossos dias vemos as mulheres sendo tratadas com desprezo, porém, as mulheres estão se dedicando arduamente a conquistarem seu espaço; enquanto os homens continuam se acomodando. Para cada comportamento negativo é necessário 40 reforços para curar uma ferida. Vai dar um enorme trabalho pra curar as mulheres dos traumas que elas sofreram e ainda sofrem na sociedade. Enquanto não forem curadas, segura teu coração porque tu vai escutar muita coisa... Muitos homens bons e ruins escutarão, devido os homens idiotas que não conseguem tratar as mulheres com educação. Isso inclui reforços comportamentais, prazer, segurança, carinhos, respeito, palavras doces, e muitas outras coisas...

Homens e suas coisas:

A proporção entre motoristas acidentados é muito maior entre os homens
A proporção de alcoólatras é maior entre os homens
A proporção de criminosos é maior entre os homens
A proporção de traição é maior entre os homens
A proporção de entes que abandonam a família é maior entre os homens
A proporção de maus funcionários demitidos por justa causa é maior entre os homens
A proporção de maus pagadores é maior entre os homens

A sociedade que segue premissas masculinas é decadente, a sociedade que segue premissas femininas é decadente; é necessário que exista cumplicidade entre ambos para a sociedade dar certo. Ao invés do pai de família sentar o traseiro gordo na frente da televisão quando chega do trabalho, o exemplo deve começar do homem porque ele quem tem estragado tudo na sociedade. Afinal, quem esteve à frente da sociedade decadente nos últimos milênios é o homem, a culpa da merda toda é dele. As mulheres nem tiveram oportunidade de mostrar suas idéias. Claro que na Suécia, país de primeiro mundo, uma das melhores qualidades de vida no mundo e boa distribuição de renda, não deve ser tomado como exemplo de país decadente. A maioria das sociedades em estado de anomia são machistas devido a influência do cristianismo ou do islamismo.

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postado por Rodrigo Arthur D. S. Melo às

sábado, 30 de maio de 2009

Democratização do Ensino


Hoje em dia qualquer um consegue entrar na faculdade, não precisa nem ao menos ter estudado em curso regular por toda a vida. Basta fazer um supletivo de dois meses para terminar o ensino médio e fundamental, e depois não tirar zero na prova do vestibular, assim ele entra numa faculdade e teremos um profissional no mercado.

O que vocês pensam sobre isso? É bom? É ruim? Por que?

Envie tua resposta para o e-mail rodrigoarthurdsm@gmail.com

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postado por Rodrigo Arthur D. S. Melo às

sexta-feira, 24 de abril de 2009

Argumentação


As nossas crenças e nossos valores são escritos na nossa cabeça até os 7 anos, alguns estudiosos dizem que até os 5 apenas, outros consideram que até os 7. Depois disso é impossível remover suas crenças e seus valores, a não ser que você esteja sob uma forte angustia, são nesses momentos que a cabeça das pessoas muda, é cientifico.

Então em um desses momentos, e exatamente quando estamos mais frágeis, ficamos passiveis de sugestão, os padres e pastores fazem melhor que isso e se aproveitam da possibilidade de sugestionar novas crenças e valores que irão influenciar diretamente nossos comportamentos. Os nossos comportamentos ocorrem devido às nossas crenças, valores, e instintos. São esses três que formam a base do nosso comportamento, as crenças, os valores e os instintos.

A liturgia e o formato da igreja são preparados para aumentar a capacidade da lavagem cerebral. Primeiro vem música; todo mundo em pé se emocionando, gastando energia, se abrindo através das palavras cantadas, se envolvendo com o que escuta. Depois vem a palavra; o pastor normalmente está em um lugar mais alto, para aumentar ainda mais a sua posição de autoridade, dali ele usa a gesticulação e a retórica para remover as reformular as crenças e valores das pessoas.

Como?

É simples! Ele argumenta contra algumas coisas que irão trazer à memória do ouvinte certas crenças e valores, inconscientemente, e depois ele estabelece outras. Isso fica mais fácil se o fiel estiver com sentimento de culpa, isso fica ainda mais fácil se o fiel estiver com sentimento de culpa. Pode ser usada também a maiêutica, uma técnica de perguntas que originalmente não tinha esse objetivo, mas serve a isso também. O pastor não afirma nada de ruim, não produz peso na consciência, faz perguntas que levarão a pessoa à sentir-se culpada, e ele mesmo oferece a cura dizendo que Deus é bom e que perdoa. A pessoa deposita sua confiança nele.

Quando já estão cansados pelo longo discurso, abertos devido a música, entregues ao que escutam devido o envolvimento com a música, confiando no que o padre diz porque ele diz que Deus perdoa, então se torna mais fácil argumentar contra algumas coisas, e depois sugerir novas, ou apenas sugerir novas. Muitos pastores fazem isso depois que os fiéis chegam do trabalho, é fácil, simples, porque a pessoa está cansada.

Isaías 55. 10-11

Porque, assim como desce a chuva e a neve dos céus, e para lá não tornam, mas regam a terra, e a fazem produzir, e brotar, e dar semente ao semeador, e pão ao que come,

Assim será a minha palavra, que sair da minha boca; ela não voltará para mim vazia, antes fará o que me apraz, e prosperará naquilo para que a enviei.

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postado por Rodrigo Arthur às

Contra René Descartes

Tenho estado em depressão devido a desventura de ter lido a Bíblia em grego e hebraico. Estou em depressão, logo, por isso, então, em virtude dessa, não tenho acessado o Orkut. Não há nada mais cabal que um escritor (bíblia) descrever genocídios com linguagem poética, é uma abominação contra as mais profundas leis de auto-preservação do homem!

A idéia de a existência como conseqüência de pensamento é desprezível. Imaginemos uma boneca inflável. A existência da boneca inflável é devida à intelecção de um artífice, alguém que idealizou e projetou a boneca inflável com propósitos e objetivos e específicos, a essência da boneca precede sua existência. Quando consideramos a existência de um artífice, aceitamos a existência de um Supremo Artífice, Deus criador. René não diz que o seu pensamento é prova de sua existência, ele diz que sua existência é a conseqüência de um pensamento.

ergo: 1ª pessoa particípio ativo indicativo. Quando é usado como advérbio significa: logo, por isso, então, de acordo com o que precede. Quando é usado como preposição deve ser precedido pelo genitivo. Significa: por isso (por causa do que precede), baseado no que precede.

sum: existo

Não é penso porque existo. Se fosse "penso porque existo, então estaria melhor, mas a existência não é a causa do pensamento, as pedras existem e não pensam. Nós pensamos porque existimos, se não existissímos não iríamos pensar. O pensamento de René se baseia na premissa de que a existência é uma conseqüência do pensamento, não uma prova de existência. É necessário ler todo o conteúdo antes de imaginar um significado para as palavras do homem, os teístas tendem a distorcer as palavras para justificarem os membros de suas crenças. Contudo, se tomarmos o pensamento como proa de existência poderia estar correto, porém também seria um exagero, como é cometido por muitos, pois muitas coisas existem sem ter a capacidade de pensar.Logo, cairíamos naquele erro: Um filósofo imagina, e todo o seu rebanho imagina com ele quando o filósofo imagina que o pensamento seja uma prova da existência. O que o existencialismo diz é diametralmente oposto ao que descartes supõe. O pensamento de Descartes coloca a essência antes da existência.

Segundo o existencialismo, o homem existe e só depois se define, cria seus motivos, sua essência.

Quando Descartes coloca sua existência como causa de um pensamento, ele aceita a existência de um Supremo Artifície, um Deus que projetou os homens.

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postado por Rodrigo Arthur às

terça-feira, 10 de março de 2009

Rodrigo X Aristóteles (Round 2)

"O verdadeiro discípulo é aquele que consegue superar o mestre."

Não exatamente, ele é discípulo enquanto está aprendendo com seu mestre.

"A principal qualidade do estilo é a clareza."

Fica mais fácil para os leigos se aventurarem a dar palpites onde não entendem e exime da necessidade de expressar graça através e uma bela desenvoltura lógica verbal. Claro que também vende mais livros.

"O homem que é prudente não diz tudo quanto pensa, mas pensa tudo quanto diz."

O homem que é prudente realmente deve pensar antes de dizer uma abobrinha sobre assuntos que não entende.

"O homem livre é senhor de sua vontade e somente escravo de sua própria consciência."

A maioria das nossas vontades existem devido necessidades fisiológica e sérios motivos que vão muito além do nosso senhorio. Se tentarmos nos assenhorar de todas elas, como os antigos faziam com as práticas ascéticas, destruíremos nossa sanidade mental (falar assim pra ficar fácil de entender). O maior número de internados em sanatórios são exatamente os que ainda praticam tais coisas, os religiosos.

"Devemos tratar nossos amigos como queremos que eles nos tratem."

Devemos tratar nossos amigos como adestradores que sabem o momento de serem agradáveis e de repreenderem atitudes agressivas.

"O verdadeiro sábio procura a ausência de dor, e não o prazer."

Nisso talvez Aristótelis se contradiga porque o conceito dele de sábio é o homem que conhece o motivo e as causas. No entando creio que seja normal ele mudar de pensamento no decorrer da vida e essa frase foi muito auto-ajúdica, provávelmente não tenha sido ele quem escreveu. Seria necessário crítica textual para analisar o livro onde isso está escrito. Pra ser sincero, grande parte do que os filósofos antigos escreveram não foi escrito por eles, isso já é de conhecimento geral.

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postado por Rodrigo Arthur D. S. Melo às

terça-feira, 3 de março de 2009

Rodrigo X Aristóteles

Metafísica

Aristóteles:
Todos os homens têm, por natureza, desejo de conhecer: Uma prova disso é o prazer das sensações, pois, fora até da sua utilidade, elas nos agradam por si mesmas e, mais que todas as outras, as visuais. Com efeito, não só para agir, mas até quando não propomos operar coisa alguma, preferimos, por assim dizer, a vista ao demais. A razão é que ela é, de todos os sentidos, o que melhor nos faz conhecer as coisas e mais diferenças nos descobre.

Rodrigo:
O conhecimento é anseio inconsciente, impulso natural da vida. As crianças nascem e sem conhecerem qualquer coisa, procuram conhecer seus membros. O que nos agrada não é o prazer da visão, mas o que muitas vezes se manifesta à visão, sendo que, o que se manifesta à visão também pode ser desagradável e desprezível. Ainda que algumas coisas não produzam prazer ao serem vistas, o não vê-las, muitas vezes poupa constrangimento. A razão é que os homens só enxergam a si mesmos. É natural que em tua idade, quando já não sentes prazer com o tato, prefiras a visão. Então amplie a tua visão! Se observar mulheres, entenderás que não podemos nos esquecer delas, têm por preferência a audição, mas você não as tem em vista por questão de preferência. Sobre a utilidade da visão, estás certo. Porém, podemos viver sem enxergar totalmente, mas não conheço um que vida totalmente privado do tato.

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postado por Rodrigo Arthur D. S. Melo às

O Que É Ser Homem Com H?

Considero que cada pessoa serve para fins específicos. Se o homem tiver apenas pegada, não vai ser um bom marido e nem bom pai. Se o homem tiver apenas virtudes, não será bom na cama. Se o homem tiver virtudes e uma boa pegada, provavelmente tal homem será galinha safado. As mulheres têm que procurar homens que satisfaçam suas necessidades, no tempo específico das tais necessidades. Para uma adolescente, provavelmente o homem ideal será o de pegada porque ela não pensa em se casar logo. Para uma mulher em seus 25-40 anos, o homem ideal será o homem virtuoso porque será um bom pai e marido. Claro que existem exceções e blá, blá, blá, blá!

Minha opinião particular é de que homem tem alguns comportamentos específicos,
porém alguns acreditam que homem é gênero e que comportamento é atitude pessoal. Não é necessariamente mentira. Homem sendo gênero ou regra de conduta, o fato é que ele não poderia ser homem sem ser ambos. Se ele for homem no gênero e mulher por dentro ou todas as noites, então não é homem? Se ele for homem em atitude e todas as noites, mas for mulher no gênero, então ela também não é homem? Homem com h é uma ideologia ou um gênero? Homem com H é uma idealização feminina? Ou será que quem é homem em gênero e sem ser em atitudes também é homem? Aquele que é homem em atitudes e não é em gênero seria homem? O importante é que ninguém fique confuso do que é em si mesmo. Visto que até deus quis virar homem, ou o homem virou deus, as coisas estão caminhando para uma questão muito confusa. Abstenho de conceituar o homem dentro desses padrões propostos, pois seria necessário um paradoxo e eu tenho certeza da minha hombridade. Contudo, não sei da hombridade dos outros e por isso não posso considerar todo o gênero masculino ou adeptos da regra de conduta masculina analisando apenas eu mesmo, estaria generalizando.

Em última palavra: Um homem descobre que é homem quando ama uma mulher ao ponto de desejar fazê-la feliz, protegê-la, cuidar dela e proporcionar-lhe prazer.

Existe um ditado árabe que diz: Nunca se justifique. “Os amigos não precisam e os inimigos não acreditam”. Algumas verdades são aceitas como universais, por exemplo: o prazer é melhor do que o sofrimento. Claro que é impossível discutir levando em consideração somente as exceções (masoquistas) e deixando de lado as verdades primárias que não precisam de qualquer justificação. Se um humano possui três braços, não significa que os 6 bilhões de humanos que possuem apenas dois deixarão de ser humanos, isso seria um absurdo. O fato de a maioria esmagadora ter uma opinião ou forma específica também não serve como critério para julgar algo como verdadeiro porque muitas vezes a maioria está errada. Aqueles que quiserem questionar a própria masculinidade estão livres para isso.

Claro que homem não precisa se justificar! Embora esse (não se justificar) comportamento seja mais comum em mulheres, é verdade que os homens também não precisam se justificar ou explicar a própria masculinidade. Eu serei o que serei porque o presente e o passado não existem. Quando digo aniversário a letra "a" já é passado, não presente contínuo.

Ser homem por ter pênis não é ser homem por definição, mas por gênero. Ser homem por ter pênis não é necessariamente ser homem. E o fato de um pênis de 40 cm não definir um homem, não significa que atitudes de homem sejam igualmente incapazes de defini-lo ou capazes de defini-lo. Ser homem é uma questão de ser, e os conceitos irão variar de acordo com a pessoa, local e momento. Contudo podemos procurar encontrar verdades universais nesses conceitos ou também nas existências do ser. Se bem que conceitos, na maioria dos casos são reconstruções não fidedignas, de como algo se manifesta aos nossos sentidos. Sendo assim, todos os conceitos necessariamente irão conter verdades particulares e provavelmente algumas universais, sem significar que uma necessariamente invalide outra. Algumas irão invalidar, é claro. Porém sobre as que não invalidarão, a questão é: - Quais são?

Quais existências universais estão nas diversas existências dos homens? Quais verdades irredutíveis? Porém sem querer mumificar a verdade a maneira dos filósofos. Como descrever em conceitos essas existências universais em todo tipo de homem que é? Sem mumificar a verdade. E depois talvez possamos idealizar ideais inatingíveis ou as melhores possibilidades realizáveis.

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Anti-Darwin

No que concerne à célebre luta pela vida, ela me parece a princípio mais afirmada do
que provada. Ela acontece, mas enquanto exceção; o aspecto conjunto da vida não é a indigência e a penúria famélicas, mas muito mais a riqueza, a exuberância, mesmo o desperdício absurdo - onde há luta, luta-se por potência... Não se deve confundir Malthus com a natureza. No entanto, suposto que haja esta luta e, de fato, ela se dá -, ela transcorre infelizmente de modo inverso ao que a escola de Darwin deseja; de modo inverso ao que talvez se pudesse desejar: isto é, em detrimento dos fortes, dos privilegiados, das felizes exceções. As espécies não crescem em meio à perfeição: os fracos sempre se tornam novamente senhores sobre os fortes. Isto acontece porque eles estão em grande número e porque eles também são mais inteligentes... Darwin esqueceu o espírito (- isto é inglês!), os fracos possuem mais espírito... É preciso ter necessidade de espírito para obter um espírito - nós o perdemos quando não temos mais necessidade dele. Quem possui a força se desprende do espírito (- "Deixemo-lo ir!" pensase hoje na Alemanha - "O império há, contudo, de permanecer conosco" ... ). Eu entendo por Espírito, como se vê, a cautela, a paciência, a astúcia, a dissimulação, o grande autocontrole e tudo que é mimicry (a este último pertence uma grande parte da assim chamada virtude).

Nietzsch

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postado por Rodrigo Arthur D. S. Melo às

O Problema de Sócrates

Em todos os tempos os grandes sábios sempre fizeram o mesmo juízo sobre a vida: ela não vale nada... Sempre e por toda parte se escutou o mesmo tom saindo de suas bocas. Um tom cheio de dúvidas, cheio de melancolia, cheio de cansaço da vida, um tom plenamente contrafeito frente a ela. O próprio Sócrates disse ao morrer: "viver significa estar há muito doente - eu devo um galo a Asclépio curador". O próprio Sócrates estava enfastiado da vida. O que isso demonstra? Para onde isso aponta? Outrora teria-se dito (ó! Disse-se e forte o suficiente; e avante nossos Pessimistas!): "Em todo caso é preciso que haja algo verdadeiro aqui! O consensus sapientium prova a verdade." Ainda falaremos hoje desta forma? Nós temos o direito a um tal discurso? "Em todo caso é preciso que algo esteja doente aqui" - eis a nossa resposta. Em primeiro lugar temos de observar mais de perto esses mais sábios de todos os tempos! Todos eles talvez não estivessem tão firmes sobre as pernas? Talvez estivessem atrasados? Cambaleantes? Decadentes? Talvez a sabedoria apresente-se sobre a terra como um corvo, ao qual um pequeno odor de carniça entusiasma?...

Esta irreverência de asseverar que os grandes sábios são tipos decadentes abriu-se para mim mesmo exatamente em uma circunstância na qual mais intensamente o preconceito erudito e não-erudito se lhe contrapunha. Reconheci Sócrates e Platão como sintomas de declínio, como instrumentos da decomposição grega, como falsos gregos, como antigregos ("Nascimento da Tragédia" 1872). Aquele consensus sapientium - isto fui compreendendo cada vez melhor - não prova sequer minimamente que eles tinham razão quanto ao que concordavam. O consenso demonstra muito mais que eles mesmos, esses mais sábios, possuíam entre si algum acordo fisiológico para se colocar frente à vida da mesma maneira negativa - para precisar se colocar frente a ela desta forma. Juízos, juízos de valor sobre a vida, a favor ou contra, nunca podem ser em última instância verdadeiros: eles só possuem o valor como sintoma, eles só podem vir a ser considerados enquanto sintomas. Em si, tais juízos são imbecilidades. É preciso estender então completamente os dedos e tentar alcançar a apreensão dessa finesse admirável, que consiste no fato de o valor da vida não poder ser avaliado. Não por um vivente, pois ele é parte, mesmo objeto de litígio, e não um juiz; não por um morto, por uma outra razão. - Da parte de um filósofo, ver um problema no valor da vida permanece por conseguinte uma objeção contra ele, um ponto de interrogação quanto à sua sabedoria, uma falta de sabedoria. Como? E todos esses grandes sábios? - Eles não seriam senão decadentes, eles não teriam sido sequer uma vez sábios? Mas eu retorno ao problema de Sócrates.

Segundo sua origem, Sócrates pertence à camada mais baixa do povo. Sócrates era plebe. Sabe-se, ainda se pode até mesmo ver, quão feio ele era. Mas a feiúra, em si uma objeção, é entre os gregos quase uma refutação. Sócrates era afinal de contas um grego? Muito freqüentemente, a feiúra é a expressão de um desenvolvimento cruzado, emperrado pelo cruzamento. Em outros casos, ela aparece como desenvolvimento decadente. Os antropólogos dentre os criminalistas dizem-nos que o criminoso típico é feio: monstrum infronte, monstrum in animo. Mas o criminoso é um décadent. Sócrates era um típico criminoso? Ao menos não o contradiz aquele famoso juízo-fisionômico que soava tão escandaloso aos amigos de Sócrates. Um estrangeiro, que entendia de rostos, disse certa vez na cara de Sócrates, ao passar por Atenas, que ele era um monstro e escondia todos os vícios e desejos ruins em si. E Sócrates respondeu simplesmente: "Vós me conheceis, meu Senhor!"

Em Sócrates, a desertificação e a anarquia estabelecidas no interior dos instintos não são os únicos indícios de décadence: a superfetação do lógico e aquela maldade de raquítico, que o distinguem, também apontam para ela. Não nos esqueçamos mesmo daquelas alucinações auditivas que, sob o nome de o "Daimon de Sócrates", receberam uma interpretação religiosa. Tudo nele é exagerado, bufão, caricatural. Tudo é ao mesmo tempo oculto, cheio de segundas intenções, subterrâneo. - Procuro compreender de que idiossincrasia provém essa equiparação socrática entre Razão = Virtude = Felicidade: essa equiparação que é, de todas as existentes, a mais bizarra, e que possui contra si, em particular, todos os instintos dos helenos mais antigos.

Com Sócrates, o paladar grego transforma-se em favor da dialética: o que acontece aí propriamente? Acima de tudo é um gosto nobre que cai por terra. A plebe ascende com a dialética. Antes de Sócrates, recusavam-se as maneiras dialéticas na boa sociedade: elas valiam como más maneiras, elas eram comprometedoras. Se advertia a juventude contra elas. Também se desconfiava de todo aquele que apresentava suas razões de um tal modo. As coisas honestas, tal como as pessoas honestas, não servem suas razões assim com as mãos. É indecoroso mostrar os cinco dedos. O que precisa ser inicialmente provado tem pouco valor. Onde quer que a autoridade ainda pertença aos bons costumes, onde quer que não se "fundamente", mas sim ordene, o dialético aparece como uma espécie de palhaço: ri-se dele, mas não se o leva a sério. - Sócrates foi o palhaço que se fez levar a sério: o que aconteceu aí propriamente?

Só se escolhe a dialética, quando não se tem mais nenhuma outra saída. Sabe-se que se suscita desconfiança com ela, que ela é pouco convincente. Nada é mais facilmente dissipável do que um efeito dialético: a experiência de toda e qualquer reunião na qual se conversa, o prova. Ela só serve como saída drástica nas mãos daqueles que não possuem nenhuma outra arma. É preciso que se tenha de estabelecer à força o seu direito: antes disto não se faz uso algum dela. Por isso, os judeus eram dialéticos; Reinecke Fucks era dialético. Como? Sócrates também o era?

- A ironia de Sócrates é uma expressão de revolta? De ressentimento da plebe? Ele goza enquanto oprimido de sua própria ferocidade nas estocadas do silogismo? Ele vinga-se dos nobres que fascina? - À medida que se é um dialético, tem-se um instrumento impiedoso nas mãos. Com ele podemos cunhar tiranos e ridicularizar aqueles que vencemos. O dialético lega ao seu adversário a necessidade de demonstrar que não é um idiota: ele o deixa furioso, mas ao mesmo tempo desamparado. O dialético despotencializa o intelecto de seu adversário. Como? A dialética é apenas uma forma de vingança em Sócrates?

Eu dei a entender o que fez com que Sócrates pudesse se tornar repulsivo: permanece tanto mais a ser esclarecido o fato de ele ter podido produzir fascínio. Por um lado, Sócrates foi o pioneiro na descoberta de um novo tipo de Agon: para o círculo nobre de Atenas, ele foi o seu primeiro mestre de armas. Ele fascinou, à medida que tocou no impulso agonístico dos helenos e que trouxe uma variante para o cerne do embate entre os homens jovens e os rapazinhos. Sócrates também foi um grande erótico.

Mas Sócrates desvendou ainda mais. Ele olhou por detrás de seus atenienses nobres; ele compreendeu que seu caso, a idiossincrasia de seu caso, já não era nenhuma exceção. O mesmo tipo de degenerescência já se preparava em silêncio por toda parte. A velha Atenas caminhava para o fim. - E Sócrates entendeu que todo o mundo tinha necessidade dele: de sua mediação, de sua cura, de seu artifício pessoal de autoconservação... Por toda parte os instintos estavam em anarquia; por toda parte estava-se cinco passos além do excesso; o "monstrum in animo" era o perigo universal. "Os impulsos querem fazer-se tiranos; precisa-se descobrir um antitirano, que seja mais forte"... Quando aquele fisionomista revelou a Sócrates quem ele era, uma caverna para todos os piores desejos, o grande irônico ainda deixou escapar uma palavra, que deu a chave para compreendê-lo. "Isto é verdade, disse ele, mas me tornei senhor sobre todos estes desejos." Como Sócrates se assenhorou de si mesmo? - No fundo o seu caso foi apenas o caso extremo; apenas o caso mais distintivo disto que outrora começou a se tornar a indigência universal: o fato de ninguém mais se assenhorar de si, de os instintos se arremeterem uns contra os outros. Ele fascinou como este caso extremo - sua feiúra apavorante o comunicava a todos os olhares: ele fascinou, como segue de per si, ainda mais intensamente enquanto resposta, enquanto solução, enquanto aparência de cura para este caso. -

Se se tem necessidade de fazer da razão um tirano, como Sócrates o fez, então o risco de que outra coisa faça-se tirano não deve ser pequeno. A racionalidade aparece outrora enquanto Salvadora; nem Sócrates, nem seus "doentes" estavam livres para serem racionais. Ser racional foi o seu último remédio. O fanatismo, com o qual toda a reflexão grega se lança para a racionalidade, trai uma situação desesperadora. Estava-se em risco, só se tinha uma escolha: ou perecer, ou ser absurdamente racional... O moralismo dos filósofos gregos desde Platão está condicionado patologicamente; do mesmo modo que sua avaliação da dialética. A equação Razão = Virtude = Felicidade diz meramente o seguinte: é preciso imitar Sócrates e estabelecer permanentemente uma luz diurna contra os apetites obscuros - a luz diurna da razão. É preciso ser prudente, claro, luminoso a qualquer preço: toda e qualquer concessão aos instintos, ao inconsciente conduz para baixo...

Dei a entender o que fez com que Sócrates exercesse fascínio: ele parecia ser um médico, um salvador. Faz-se ainda necessário indicar o erro que repousava em sua crença na “racionalidade a qualquer preço”? - Imaginar a possibilidade de escapar da décadence através do estabelecimento de uma guerra contra ela é já um modo de iludir a si mesmo criado pelos filósofos e moralistas. O escape está além de suas forças: o que eles escolhem como meio, como salvação, não é senão uma nova expressão da décadence. Eles transformam sua expressão, mas não a eliminam propriamente. Sócrates foi um mal-entendido. Toda moral fundada no melhoramento, também a moral cristã, foi um mal-entendido... A luz diurna mais cintilante, a racionalidade a qualquer preço, a vida luminosa, fria, precavida, consciente, sem instinto, em contraposição aos instintos não se mostrou efetivamente senão como uma doença, uma outra doença. - Ela não concretizou de forma nenhuma um retorno à "virtude", à "saúde", à felicidade... Os instintos precisam ser combatidos esta é a fórmula da décadence. Enquanto a vida está em ascensão, a felicidade é igual aos instintos.

Ele mesmo compreendeu isso, este que foi o mais prudente de todos os auto-ludibriadores? Ele soube dizer isto por fim a si mesmo em meio à sabedoria de sua coragem diante da morte?... Sócrates queria morrer. Não foi Atenas, mas ele quem deu para si o cálice com o veneno. Ele impeliu Atenas para o cálice com o veneno... "Sócrates não é nenhum médico, falou ele silenciosamente para si mesmo: apenas a morte é aqui a médica... O próprio Sócrates só estava há muito doente..."

O Crepúsculo dos Ídolos
Nietzsche

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postado por Rodrigo Arthur D. S. Melo às

Igreja da Exceção

Hoje eu estava conversando com um pastor e comentando que as igrejas não possuem alguns costumes que são descritos no evangelho como características da igreja. Ele me alertou que isso existe e que não devo generalizar, também citou as exceções.

De fato não devemos generalizar. O amor pelo próximo é exceção na igreja e os raros cristãos que existem nela não a tornam um hambiente cristão.

Um ou outro cristão pratica o amor
Um ou outro cristão está disposto a morrer por Jesus Cristo
Um ou outro cristão é fiel à esposa
Um ou outro cristão se comporta como cristão

Certamente, chamar a igreja de cristã é generalizar e tomar o nome de Deus em vão.

Dizer que as igrejas não estão praticando o evangelho não é generalizar, é encarar a realidade e, desejar mudá-la é inevitável.

Independente da religião, raça, ideologia, cristão é todo aquele que pratica o amor pelo próximo.

João 13.34-35 Versão Revista e Atualizada:

Novo mandamento vos dou: que vos ameis uns aos outros; assim como eu vos amei, que também vos ameis uns aos outros. Nisto conhecerão todos que sois meus discípulos: se tiverdes amor uns aos outros.

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terça-feira, 11 de novembro de 2008

Lamento Sobre os Sacerdotes

Durante os últimos dias andei com a barba mal feita e roupas não muito caras. Tive a oportunidade de analisar as pessoas que convivem comigo no seminário, na igreja, nos locais onde faço minhas refeições e onde passeio com minhas companhias. Diferente do que eu imaginava, muitos cristãos deixaram de me saudar porque eu estava com barba e mal vestido. Graças a Deus os membros da minha igreja me saudaram como de costume!

Lamentável observar que cristãos que se preparam para pastorear tenham comportamento de endemoninhados preconceituosos! Homens que julgam segundo a aparência não estão aptos a manejar a Palavra da Verdade.

Louvo a Deus pelos meus pequeninos que buscam a face do Pai, que saúdam aos amigos e aos inimigos! Agradeço ao Pai que esconde a verdadeira sabedoria para que os arrogantes não a encontrem, mas revela seus segredos aos humildes e misericordiosos! Louvem ao Senhor todos os que nele esperam e nele confiam pois o Senhor é soberano!

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sábado, 11 de outubro de 2008

A Batalha pela sua Mente

Visto que acredito em cristo, porém em religião não acredito, no intuito de vos alertar sobre os falsos cristãos é que voc escrevo isso. As próximas palavras não são minhas, mas concordo com elas plenamente.

Autor: Dick Sutphen
Tradutor: André Díspore Cancian
Fonte: Psychologie und Landmark Education

O Nascimento da Conversão

CONVERSÃO é uma palavra "agradável" para LAVAGEM CEREBRAL...e qualquer estudo de lavagem cerebral tem de começar com o estudo do Revivalismo Cristão no século dezenove, na América. Aparentemente, Jonathan Edwards descobriu acidentalmente as técnicas durante uma cruzada religiosa em 1735, em Northampton, Massachusetts. Induzindo culpa e apreensão aguda e aumentando a tensão, os "pecadores" que compareceram aos seus encontros de reavivamento foram completamente dominados, tornando-se submissos. Tecnicamente, o que Edwards estava fazendo era criar condições que deixavam o cérebro em branco, permitindo a mente aceitar nova programação.

O problema era que as novas informações eram negativas. Ele poderia então dizer-lhes, "vocês são pecadores! vocês estão destinados ao inferno!". Como resultado, uma pessoa tentou e outra cometeu suicídio. E os vizinhos do suicida relataram que eles também foram tão profundamente afetados que, embora tivessem encontrado a "salvação eterna", eram também obcecados com a idéia diabólica de dar fim às próprias vidas.

Uma vez que um pregador, líder de culto, manipulador ou autoridade atinja a fase de apagamento do cérebro, deixando-o em branco, os sujeitos ficam com as mentes escancaradas, aceitando novas idéias em forma de sugestão. Porque Edwards não tornou sua mensagem positiva até o fim do reavivamento, muitos aceitaram as sugestões negativas e agiram, ou desejaram agir, de acordo com elas.

Charles J. Finney foi outro cristão revivalista que usou as mesmas técnicas quatro anos mais tarde, em conversões religiosas em massa, em Nova Iorque. As técnicas são ainda hoje utilizadas por cristãos revivalistas, cultos, treinadores de potencial humano, algumas reuniões de negócios, e nas forças armadas dos EUA, para citar apenas alguns. Deixem-me acentuar aqui que eu não creio que muitos pregadores revivalistas percebam ou saibam que estão usando técnicas de lavagem cerebral.

Edwards simplesmente topou com uma técnica que realmente funcionou, e outros a copiaram e continuam a copiá-la pelos últimos duzentos anos. E o mais sofisticado de nosso conhecimento e tecnologia tornou mais efetiva a conversão. Sinto fortemente que esta é uma das maiores razões para o crescimento do fundamentalismo cristão, especialmente na variedade televisiva, enquanto que muitas das religiões ortodoxas estão declinando.



Por Dick Sutphen

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segunda-feira, 15 de setembro de 2008

Sentença do Senhor Contra os Falsos Religiosos

Ha quem saiba projetar nos outros os próprios defeitos, ha quem esconda-se atrás de diplomas para justificar sua ignorância, e quem possa contender contra a verdade utilizando palavras. A vida sempre será assim!

Tão certo como eu vivo, diz o Senhor! A injustiça não ficará sem o seu castigo.

A ira do Senhor se derramará copiosamente sobre todo aquele que deturpa a verdade a favor de falsos pretestos de piedade. O nome daqueles que se justificam distorcendo a Palavra de Deus afavor da religiosidade será maldito.

O Senhor zomba deles, e na sua ira lhes dará o pago pelas más obras.

Do norte desperta o valente, do sul virá aquele que ha de trazer vingança. Por todos os lados a ira do Senhor vem.

Quem se livrará das mãos do Senhor? Quem poderia dele ti livrar? Ainda assim, o Senhor se compadecerá daqueles que se apresentarem a ele com pranto e abandonarem suas más obras.

Eis que o coração do Senhor bate como o de um varão excitado pelo vinho. Na mão tem a sua espada, e não voltará atrás até que tenha executado os desígnios do seu coração.

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