Riqueza E Pobreza
Cabe ao teólogo reconhecer o tempo e o modo.
Em tempos de miséria, faz-se necessário pregar incentivando os homens a construirem riquezas para se sustentarem, empregarem outras pessoas, e fortalecerem a economia.
Em tempos de riquezas, faz-se necessário pregar incentivando os homens a praticarem piedade para não se fazerem culpados de impiedade, ajudarem os necessitados e fortalecerem a economia. É necessário tomar muito cuidado com atos de piedade para com necessitados porque alguns homens se fazem de necessitados para serem sustentados às custas dos outros e permanecerem na inércia profissional. São malandros que não querem trabalhar, preferem explorar a piedade dos homens nobres. Existem também homens que realmente necessitam de ajuda.
A quantidade de dinheiro que um homem possui, sendo muito ou pouco, não interfere em sua espiritualidade. Davi foi Rei e rico, mas foi segundo o coração de Deus. Jesus foi operário (pedreiro ou carpinteiro provavelmente) e pobre, mas agradava o coração do Pai. Contudo existe a possibilidade do homem rico se tornar impiedoso e assim enfraquecer espiritualmente. Também existe a possibilidade do homem muito pobre ser avarento porque o pouco que ele tem foi muito difícil de conquistar e assim ele se torna avarento pelo que pode enfraquecer espiritualmente.
Na pobreza, o erro não estaria em dar o valor devido aos bens. O erro estaria em dar um valor excessivo aos bens, como se dinheiro fosse mais valioso do que o bem estar.
Na riqueza, o erro estaria em dar pouco valor aos bens, como se dinheiro pudesse ser disperdissado enquanto muitos passam fome.
Também faz-se necessário reconhecer a medida certa que cada coisa ocupa em nossos corações. Conheço pobres que supervalorizam seus poucos pertences porque foi difícil conquistá-los. O sujeito prefere ir a pé pra igreja porque não quer encher o carrinho velho com o peso dos irmãos. Também conheço homens ricos que por terem muito dinheiro são desapegados aos bens materiais. De modo que existem pobres avarentos e pobres desapegados a bens materiais. Também existem ricos avarentos e ricos desapegados a bens materiais.
O ideal é a medida certa, mas ela é inatingível porque nós somos pecadores.
Em tempos de miséria, faz-se necessário pregar incentivando os homens a construirem riquezas para se sustentarem, empregarem outras pessoas, e fortalecerem a economia.
Em tempos de riquezas, faz-se necessário pregar incentivando os homens a praticarem piedade para não se fazerem culpados de impiedade, ajudarem os necessitados e fortalecerem a economia. É necessário tomar muito cuidado com atos de piedade para com necessitados porque alguns homens se fazem de necessitados para serem sustentados às custas dos outros e permanecerem na inércia profissional. São malandros que não querem trabalhar, preferem explorar a piedade dos homens nobres. Existem também homens que realmente necessitam de ajuda.
A quantidade de dinheiro que um homem possui, sendo muito ou pouco, não interfere em sua espiritualidade. Davi foi Rei e rico, mas foi segundo o coração de Deus. Jesus foi operário (pedreiro ou carpinteiro provavelmente) e pobre, mas agradava o coração do Pai. Contudo existe a possibilidade do homem rico se tornar impiedoso e assim enfraquecer espiritualmente. Também existe a possibilidade do homem muito pobre ser avarento porque o pouco que ele tem foi muito difícil de conquistar e assim ele se torna avarento pelo que pode enfraquecer espiritualmente.
Na pobreza, o erro não estaria em dar o valor devido aos bens. O erro estaria em dar um valor excessivo aos bens, como se dinheiro fosse mais valioso do que o bem estar.
Na riqueza, o erro estaria em dar pouco valor aos bens, como se dinheiro pudesse ser disperdissado enquanto muitos passam fome.
Também faz-se necessário reconhecer a medida certa que cada coisa ocupa em nossos corações. Conheço pobres que supervalorizam seus poucos pertences porque foi difícil conquistá-los. O sujeito prefere ir a pé pra igreja porque não quer encher o carrinho velho com o peso dos irmãos. Também conheço homens ricos que por terem muito dinheiro são desapegados aos bens materiais. De modo que existem pobres avarentos e pobres desapegados a bens materiais. Também existem ricos avarentos e ricos desapegados a bens materiais.
O ideal é a medida certa, mas ela é inatingível porque nós somos pecadores.








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