Respota a Perguntas Sobre Ética
Eu sou a favor do egoísmo. Compartilho só com meus próximos ou com quem me der algo em troca.
Eu defendo a ética como algo que deve ser criado pelo homem. Primeiro, em virtude de sua preservação; e depois para o bem comum. Ela deve surgir do instinto de preservação, sem nenhum mandamento tu deves ou não deves.
Claro que na época de Eistein a Alemanha era diferente! - Faz sentido ele valorizar a generosidade! No nosso país, nos dias hodiernos, estimular a generosidade quase significar dizer ao bandido que não irei reivindicar meus direitos...
A favor da vida, certamente, em alguns casos a ética deve ser deixada de lado. Não tenho filhos, mas considero que uma mulher que possua um filho a beira da morte, e não restar mais outra saída (hospital público, ajuda comunitária), irá passar o remédio no cartão de crédito mesmo sabendo que não terá como pagar. Eu não condenaria a mulher que comete um ato insano para preservar a vida de seu filho.
Existe diferença entre lei do estado e lei moral. Às vezes sim, a lei do estado é contra a lei moral. Na maioria dos casos não, a lei do estado está de acordo com a lei moral. Mas ética e moral são questões diferentes, que normalmente se encontram, assim como também a lei, em algum ponto da questão pois na ciência e na vida isso é inevitável.
O legislador, a princípio, deveria reconhecer a lei que já emana do povo como vigente e então legitimá-la (assim que ensina a Filosofia do Direito). Mas na grande maioria dos países os legisladores estão precisando criar leis que são contrárias às normas vigentes no povo porque o povo se corrompeu de tal maneira a levar a sociedade para uma condição de anomia.
Na verdade a lei existe para garantir direitos que podem ser solicitados ou não pelo povo. Existe também com o intuito não de prevenir alguns comportamentos, mas de torná-los condenáveis. Agora muitos legisladores estão tentando usar a lei para prevenir, mas isso tem se mostrado ineficiente, não poderia ser diferente já que não é essa a finalidade da lei.
A lei trabalha com princípios morais, justiça, eqüidade, etc... Isso tudo é muito bom! Com a entrada de novos promotores, juízes, delegados, o Brasil tem avançado na descoberta e condenação de criminoso, inclusive políticos. O poder judiciário está de parabens!
Estava conversando com minha mãe sobre o Juíz ou Delegado (não me lembro) que proibiu as crianças de ficarem na rua até tarde. Isso é dever dele? Não, mas em um caso extremo como o que vivemos, é bom que ele tenha esse poder e essa competência. Os filhos saíram do controle dos pais.
Eu defendo a ética como algo que deve ser criado pelo homem. Primeiro, em virtude de sua preservação; e depois para o bem comum. Ela deve surgir do instinto de preservação, sem nenhum mandamento tu deves ou não deves.
Claro que na época de Eistein a Alemanha era diferente! - Faz sentido ele valorizar a generosidade! No nosso país, nos dias hodiernos, estimular a generosidade quase significar dizer ao bandido que não irei reivindicar meus direitos...
A favor da vida, certamente, em alguns casos a ética deve ser deixada de lado. Não tenho filhos, mas considero que uma mulher que possua um filho a beira da morte, e não restar mais outra saída (hospital público, ajuda comunitária), irá passar o remédio no cartão de crédito mesmo sabendo que não terá como pagar. Eu não condenaria a mulher que comete um ato insano para preservar a vida de seu filho.
Existe diferença entre lei do estado e lei moral. Às vezes sim, a lei do estado é contra a lei moral. Na maioria dos casos não, a lei do estado está de acordo com a lei moral. Mas ética e moral são questões diferentes, que normalmente se encontram, assim como também a lei, em algum ponto da questão pois na ciência e na vida isso é inevitável.
O legislador, a princípio, deveria reconhecer a lei que já emana do povo como vigente e então legitimá-la (assim que ensina a Filosofia do Direito). Mas na grande maioria dos países os legisladores estão precisando criar leis que são contrárias às normas vigentes no povo porque o povo se corrompeu de tal maneira a levar a sociedade para uma condição de anomia.
Na verdade a lei existe para garantir direitos que podem ser solicitados ou não pelo povo. Existe também com o intuito não de prevenir alguns comportamentos, mas de torná-los condenáveis. Agora muitos legisladores estão tentando usar a lei para prevenir, mas isso tem se mostrado ineficiente, não poderia ser diferente já que não é essa a finalidade da lei.
A lei trabalha com princípios morais, justiça, eqüidade, etc... Isso tudo é muito bom! Com a entrada de novos promotores, juízes, delegados, o Brasil tem avançado na descoberta e condenação de criminoso, inclusive políticos. O poder judiciário está de parabens!
Estava conversando com minha mãe sobre o Juíz ou Delegado (não me lembro) que proibiu as crianças de ficarem na rua até tarde. Isso é dever dele? Não, mas em um caso extremo como o que vivemos, é bom que ele tenha esse poder e essa competência. Os filhos saíram do controle dos pais.








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