Ética Possível e Crítica Ao Extremismo
O que o Nietzsche critica é essa maldição disfarçado em defesa pela vida - moral!
No tempo dos grandes existencialistas, a religião estava de tal forma impregnado na sociedade, que as mulheres se viam na obrigação de se calar diante, até mesmo, dos mandos absolutistas seus maridos. Uma religião que manda a mulher se submeter completamente ao homem e, ensina isso como dever moral, não é nada mais do que a a revolta do homem contra seu criador - a mulher.
Essa moral desgraçada que faz distinção entre negros e brancos, que força as autoridades eclesiásticas a manter líderes brancos em suas igrejas, e criar templos dedicados a atender a comunidade negra não pode ser chamada moral.
A moral que e os existencialistas criticam não é a moral que tem o intuito de preservar o bem estar social. O que criticamos é o preconceito moral que os homens casados têm contra os homens divorciados; preconceito moral que as mulheres casadas têm contra as mulheres separadas; e ainda assim têm coragem de dizer que amam seu próximo? Amar o próximo significa evitar se assentar perto de um negro ou uma divorciada nas reuniões do trabalho? Isso se chama hipocrisia moral, ódio pelo próximo. Quantas mães foram expulsas de casa por terem engravidado solteiras naquela época? Na época dos grandes existencialistas?
O existencialismo é em si, o cabal argumento contra a essência moral pré-existente ao homem, essa moral que multiplica o ódio contra tudo o que é dificuldade que o ser humano vivencia em seu dia-a-dia.
A filosofia canônica considera um Deus acima do bem e do mal. Ninguém precisa ter medo de castigos, a ética existe a partir do instinto de auto-preservação - Deus quer ser adorado. A moral saudável, desenvolvida a partir do instinto político de bem estar comum - é aceitável. A moral do certo e errado como essência pré-existente ao homem imposta como mandamento divino - é a decadência!
O único erro de Nietzsche foi esse, imaginar que destruindo Deus destruiría-se também a ética e, a sociedade prevaleceria. Quando, na verdade, destruindo a ética destrói-se também a sociedade.
No tempo dos grandes existencialistas, a religião estava de tal forma impregnado na sociedade, que as mulheres se viam na obrigação de se calar diante, até mesmo, dos mandos absolutistas seus maridos. Uma religião que manda a mulher se submeter completamente ao homem e, ensina isso como dever moral, não é nada mais do que a a revolta do homem contra seu criador - a mulher.
Essa moral desgraçada que faz distinção entre negros e brancos, que força as autoridades eclesiásticas a manter líderes brancos em suas igrejas, e criar templos dedicados a atender a comunidade negra não pode ser chamada moral.
A moral que e os existencialistas criticam não é a moral que tem o intuito de preservar o bem estar social. O que criticamos é o preconceito moral que os homens casados têm contra os homens divorciados; preconceito moral que as mulheres casadas têm contra as mulheres separadas; e ainda assim têm coragem de dizer que amam seu próximo? Amar o próximo significa evitar se assentar perto de um negro ou uma divorciada nas reuniões do trabalho? Isso se chama hipocrisia moral, ódio pelo próximo. Quantas mães foram expulsas de casa por terem engravidado solteiras naquela época? Na época dos grandes existencialistas?
O existencialismo é em si, o cabal argumento contra a essência moral pré-existente ao homem, essa moral que multiplica o ódio contra tudo o que é dificuldade que o ser humano vivencia em seu dia-a-dia.
A filosofia canônica considera um Deus acima do bem e do mal. Ninguém precisa ter medo de castigos, a ética existe a partir do instinto de auto-preservação - Deus quer ser adorado. A moral saudável, desenvolvida a partir do instinto político de bem estar comum - é aceitável. A moral do certo e errado como essência pré-existente ao homem imposta como mandamento divino - é a decadência!
O único erro de Nietzsche foi esse, imaginar que destruindo Deus destruiría-se também a ética e, a sociedade prevaleceria. Quando, na verdade, destruindo a ética destrói-se também a sociedade.
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